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Se você acha que ganhar mais dinheiro te deixaria mais feliz, você está certo. Mas só em partes. Há um ponto em que mais dinheiro pode diminuir seu bem-estar emocional e satisfação com a vida. (Oi? Sério isso?)

Recentemente, uma pesquisa foi realizada em 164 países para se definir um salário ideal (suficiente para viver) e chegaram a uma conclusão: existem 2 tipos de felicidade, uma delas é relacionada a sentimentos cotidianos (o que eu costumo chamar de pequenas alegrias do dia a dia) e a outra, é uma ampla satisfação com a vida. Considerando a felicidade do cotidiano, muitas vezes, um pequeno percentual de aumento é suficiente. Percebe-se que depois de um determinado percentual, os benefícios de ganhar mais dinheiro diminuem, embora ainda haja benefícios.

“O aumento na felicidade tende a diminuir à medida que você ganha mais dinheiro”

diz Andrew Tebb, principal autor de um artigo sobre o tema, que motivou esse texto aqui. Para entender isso em termos ilustrativos, muitas vezes, buscamos muito o que consideramos um cargo maior no trabalho com um salário maior. E sim, essa ambição é super bem-vinda. Porém, muitas vezes, de novo, de forma ilustrativa, você aumentar sua renda de R$5.000 para R$8.000 vai te trazer mais mudanças com relação à sua felicidade do dia a dia do que você saltar de R$5.000 para R$20.ooo por exemplo.

Existe um ponto sutil em que a relação entre felicidade e renda enfraquece. Vamos pensar juntos: quanto maior o cargo que você ocupa, mais responsabilidades temos e mais você se doa. Seu tempo vale mais e por isso, pode ser que você tenha que doar mais tempo. Esse tempo a mais que você está doando poderia estar sendo usado para outras demandas da vida como brincar com os filhos, cuidar do jardim ou simplesmente assistir um seriado. E, deixa eu te contar: esse tempo não volta. 

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Não tenho filhos, só cachorro. Mas é só pensar na festinha que ele faz a hora que eu chego em casa, no mini-tempo que temos para brincar depois do trabalho, nos dias que dou uma escapada mais longa na hora do almoço pra comer em casa e ficar com ele…talvez, mais dinheiro possa significar abrir mão de muitos desses momentos, talvez não. Tudo vale a gente equilibrar e pensar nos prós e contras.

Já te vejo falando

“Mas, Mari! E os boletos pra pagar?…”

É, a vida adulta é um eterno pagar de boletos. Porém, como falei ali em cima, a pesquisa leva em consideração uma renda suficiente pra viver ou seja: pagar suas contas básicas pra viver em paz. Mas, já parou pra pensar que não importa o quanto a gente ganhe, a gente sempre inventa um gasto a mais e nem vê aquele novo dinheiro entrar?

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Outro ponto importante é que tem gente que afirma ter um “estilo de vida caro”. Gosto de gerar a provocação: será que você precisa realmente de tudo isso no seu modo de viver? Precisa viver nos restaurantes mais hyppados da cidade? Ter sempre o último modelo de celular lançado? Ter mais de 50 pares de sapato no armário? Será que TER tudo isso é o que você precisa para ser feliz? Claro, sempre tem aqueles mimos que a gente gosta de se dar, mas será realmente necessário tudo isso SEMPRE?

Também já te vejo falando:

“Mas, Mari! Eu amo viajar!”

É, eu também. Mas coloca no papel: o que você está abrindo mão no seu dia a dia para ser feliz só durante as viagens ou os finais de semana? Está valendo a pena? Não estou dizendo que você está errada, só estou chamando para a reflexão para você encontrar seu “ponto de saciedade”com relação ao dinheiro.

É muito difícil definir exatamente o que você deve pensar em ganhar para ser feliz. Pode depender de muitos fatores, como os que falei aí em cima. E tem um outro chamado nível relativo de renda. O que é isso? Como você se sente quanto compara o que você recebe com outras pessoas que estão no mesmo cargo que você.

“Expectativas e comparações sociais são importantes. Somos criaturas sociais muito afinadas, então essas comparações sociais ocorrem na maioria dos domínios humanos, incluindo carreira, renda e o tamanho de sua casa “

, diz Tebb. E, claro, dinheiro não é tudo em que a felicidade está envolvida. “A renda é apenas uma variável na complicada equação da felicidade. Não é trivial, mas há outros fatores que são pelo menos tão importantes, como significado e significado e relações sociais, família e amigos ”, diz Tebb.

Eu amei esse artigo da Fast Company, que traz muitos dados sobre o cenário americano e me serviu de base para este post. E, queria saber: você já tinha pensado sobre o assunto ou vive atrás sempre de fazer mais e mais dinheiro? Comenta aqui embaixo:

 

 

 

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