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Sim, os tão aguardados posts do meu destination wedding estão começando. Para ajudar quem está chegando por aqui agora, nós optamos por fazer uma cerimônia fora do Brasil, mais especificamente em Seychelles. Para isso, acabamos fazendo várias etapas do casamento e cada pedacinho das comemorações foi mega especial e única. Tudo começou com um casamento civil em Brasília, já que a cerimônia que fizemos no destination wedding não tem valor legal no Brasil. Em seguida, partimos para a África do Sul, com uma pequena parada em Joanesburgo. Depois veio a hora de passar alguns dias em Seychelles para a tão aguardada cerimônia na praia. Seguimos para alguns dias no Kruger Park para fazer safari e por fim, a apaixonante Cidade do Cabo. Pensa que a comemoração do casamento acabou por aí? Não, não. Voltamos para o Brasil e fizemos um lindo brunch para comemorar com a família. Prometo contar cada detalhe desses eventos e destinos por aqui.

Por que escolhi Seychelles para o Destination Wedding?

Na verdade, não escolhi. Seychelles me escolheu. Brincadeiras à parte, a gente queria casar na praia e depois de várias pesquisas de destino, de avaliar o período que a gente tinha disponível para ficar fora do trabalho, Seychelles acabou aparecendo na nossa vida. A sugestão veio da Terra Mundi, empresa que ficou responsável por toda a viagem, inclusive a cerimônia. Segundo eles, o clima nessa época do ano é muito bom, ao contrário do que poderíamos encontrar em Ilhas Maurício, que era um destino entre os mais queridinhos. Também foi sugestão do Marcelo, da Terra Mundi, que a gente desse uma variada nas cidades, porque poderia ficar muito monótono ficar em um lugar só. Isso foi perfeito! Saí de cada lugar achando incrível! Peçam pelo Marcelo lá, ele é excelente! E isso não é um publipost, é porque foi realmente sensacional! A gente teve oportunidade de conhecer lugares completamente diferentes e se apaixonar por cada um deles.

O que saber antes de decidir ir para a África do Sul

Primeira coisa: vacina para febre amarela. Quando fizemos o check in na South Africa Airlines, a mocinha deixou claro que se a gente tivesse até sem passaporte, ela dava um jeito, mas sem a vacina, não vai de jeito nenhum. É necessário tomar com pelo menos 10 dias antes da viagem e carregar sempre seu cartão de vacinação internacional. Segundo: brasileiro não precisa de visto para lá. Por isso, é bom já ficar atento para essa fila na imigração. Esteja preparado para comer muita coisa diferente (mas sempre tem um KFC perto de você!), especialmente com curry. A gastronomia deles tem muita influência indiana. Fiquei sabendo que lá é o lugar de maior concentração de indianos fora da Índia. A moeda é o Rand, que tem uma cotação aproximada de R$1,00 = R$3,38, na época que fomos. Para calcular aqui no blog, vou fazer as contas só de R$3 para facilitar o processo.  Nós levamos poucos dólares e usamos mais Rands, por motivos de dólar a R$4,50. Mas lá você tem casas de câmbio em diversos lugares e vários passeios aceitam dólar e euros. Algo que todo mundo pergunta: violência. É um lugar que precisa ficar ligado, mas muito, muito menos do que no Brasil. É só ficar esperto, nada de tensão. Só não ser turista desligadão. Vou contar em cada destino o que passamos para que vejam que não teve perrengue nenhum. Ponto importante: viagem internacional saindo do Brasil, você tem direito de levar até duas malas de 32kg cada. Só que é bem provável que você faça vôos internos pelo país. Nestes, o limite é de uma bagagem de até 20kg por passageiro. Por isso, fique ligada. 😉 Eu consegui viver com uma de 17kg, incluindo meus apetrechos do casamento. No país, o pessoal fala muito inglês, mas claro que com o sotaque deles. No começo, sofri um pouco para entender, mas depois de pouco tempo, já estava bem tranquila. O clima é bem parecido com o de Brasília, mas com temperaturas mais frias à noite e no início da manhã. A estação do ano é a mesma que a nossa. A diferença de fuso é de 5 horas a mais do que o Brasil. A mão inglesa manda no trânsito e isso é bem importante para quem pretende alugar um carro (a gente ficou bem confuso até para olhar para o lado certo na hora de atravessar a pé).

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Primeira escala antes do Destination Wedding: Joanesburgo

O vôo de SP dura 8 horas. A South Africa Airlines é da Star Alliance (aproveita para pedir para pontuar no Fidelidade!) e é uma boa companhia aérea. Atendimento ok, bons filmes e seriados na programação e serviço de bordo bem bom, com opções de comidas interessantes e vinhos para quem puder, sem custo adicional. Ao chegarmos em Joanesburgo, fiquei muito impressionada com o aeroporto. Lindo e bem organizado. As malas não demoram eternamente para chegar na esteira. A única coisa que não funciona na África do Sul são as filas. Em todos os lugares, as filas eram bagunçadas, confusas e sem sentido. E sempre com indianos furando/bagunçando a fila. Quem foi que inventou a expressão “fila indiana”, de um atrás do outro? rs Logo que você desembarca, parece muito com desembarcar em SP, muita gente e muita gente te abordando. Evite pedir ajuda, evite dar moral para quem está ali, inclusive se estiver com colete de identificação. Tem um quiosque de informações e o ideal é sempre procurá-los em qualquer lugar. A gente caiu na besteira de perguntar para um cara de colete onde ficavam os transfers do hotel e ele falou, meeega simpático, mas colou na gente até o transfer chegar e ficou pedindo gorjeta. Melhor evitar a fadiga, não é mesmo?

Saímos do aeroporto direto pro hotel. Ficamos no Peermont Metcourt Suites dentro do Emperos Palace, que é um complexo bem pertinho do aeroporto com diversos hotéis, cassino, restaurantes, enfim. Como Joanesburgo era só uma cidade para pernoitar, o hotel foi mais simples. O quarto era bem bom, tinha wifi de graça, mas não tinha serviço de quarto. Mas foi bem prático. Chegamos lá, só deixamos as malas e fomos para o nosso primeiro passeio! Ukutula Lion Center!!!!! O vlog está lindo e aqui embaixo, mil informações com todos os detalhes do passeio:

Caminhada com Leões antes do Destination Wedding

O Ukutula é uma fazenda-reserva, que fica a aproximadamente 2 horas de Joanesburgo. Fomos com um guia que falava português, o que ajudou muito. Ukutula significa “place of quiet” e mesmo com 260 hectares, tudo o que você vai ouvir é o leão. É possível se hospedar na reserva. Os chalés menores, que acomodam até 3 pessoas, tem cozinha e uma estrutura boa para ficar de forma independente, custam 1700 rands por dia (aproximadamente R$600. O chalé todo, não é o valor por pessoa). Infelizmente, a gente não teve tempo para dormir lá. O passeio que fizemos foi um pacote que eles chamam de “Dia Inteiro”. Dura aproximadamente 3 horas e inclui conhecer animais bebezinhos, até maiores e termina com uma caminhada com leões. O valor é de 850 rands (aproximadamente R$283) por pessoa. Esse valor inclui uma paradinha com refreshments, como eles dizem com um docinho (tipo uma torta de morango), sucos, chás e café. Mas não inclui o almoço.

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A primeira coisa que fizemos foi conhecer essa hiena bebê. Foi lindo! A gente sentou no chão e brincou como se fosse um cachorrinho. Só não pode pegar no colo (ela fica irritada porque não gosta) e precisa tomar cuidado com as mordidas que são fortes, mas é só mexer no nariz dela que ela entende que estava fazendo coisa errada e solta. Mas sentamos no chão, brincamos de bolinha e com o coberto dela e da irmã. Por isso, o ideal é ir com roupas leves (que você não vai mais querer usar na viagem, porque você vai se sujar), sapatos confortáveis (leia-se tênis porque é tudo de terra) e usar protetor solar. Em seguida, fomos ver o leão lindinho ali da primeira foto desse post. Ele é fofo, parece um gatinho, tem almofadinhas no pé! Mas, dorme 20h do dia. Por isso, não foi mega emocionante. Começamos a ir para animais mais crescidinhos, inclusive a cheetah, que adora lamber a mão, com a língua mega áspera que tem.

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Aos poucos, o passeio foi ficando mais emocionante. À medida que os animais estavam mais crescidos, mudavam as orientações da pessoa que estava conosco e a adrenalina batia mais alto. Por várias vezes pensei “Meu Deus, por que vim fazer esse passeio antes do destination wedding? Eu não vou sair viva daqui!” Mas era um medo bobo, porque o risco que a gente corre é totalmente calculado pela equipe. É só seguir as orientações deles que tudo corre bem. Só vai ficando mais difícil quando você se depara na jaula de uma cheetah desse tamanho!

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Quando eu achava que meu dia já tinha sido emocionante o suficiente e que eu até já poderia voltar para o Brasil, a surpresa: iríamos caminhar com leões soltos. Claro, não eram leões mega gigantes e totalmente adultos. Eles eram adolescentes, tinham 1 ano e meio e pesavam por volta de 70kg. Fomos com 2 guias que acompanham os animais desde que nasceram. Eles nos dão diversos direcionamentos, como respeitar o ritmo dos leões, entender que os leões atacam por trás e que por isso, eles sempre caminhariam na nossa frente. Além disso, eles sempre atacam o indivíduo que fica isolado do grupo. Por isso, se alguém precisasse parar para amarrar o tênis ou qualquer outra coisa, era para avisar antes para a gente fazer isso da forma mais segura. Um dos guias era o macho alfa dos leões e cada um deles tinha um nome específico.

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Eles nos explicaram que ali os animais são meio que domesticados, pois recebem alimentação. Entretanto, os que estão ali ou nasceram em cativeiro e não conseguiriam voltar para o habitat natural, ou eram de um zoológico e estavam mal tratados ou até eram jogados doentes na porta da reserva. Além disso, ali, os leões vivem mais do que no ambiente selvagem (chegam a viver aproximadamente 20 anos) e algumas leoas até tomam anticoncepcional para não ter vários filhotes que vão ficar ali presos. A ideia é educação ambiental e estudos para melhorar a situação de espécies em extinção. Ou seja, os animais não estão ali para diversão dos humanos.

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Saí de lá completamente apaixonada pela proposta do lugar. O famoso acabada porém feliz! Nas proximidades de Joanesburgo tem diversas coisas para fazer como ir a mineradoras de diamantes (eles tem um azul lá chamado transanita, que todo mundo compra porque em menos de 20 anos já não vai ter mais nada), visita ao Soweto, ida a outras reservas e nadar com elefantes. Infelizmente, não tive tempo para outras coisas. Dizem que a cidade é bem parecida com SP.

No dia seguinte cedinho já partimos para Seychelles. Logo logo chega o próximo post! 😉

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